Secretaria registra 6.282 casos suspeitos de dengue no Estado só este
ano.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou nesta segunda-feira
(25) o boletim epidemiológico número 13, concluído no dia 16 de
abril. Até agora foram notificados 6.282 casos suspeitos de dengue,
sendo 1.481 confirmados como do tipo clássica, 16 com complicações e
21 do tipo hemorrágica. Um óbito foi registrado de dengue do tipo
hemorrágica no município de Campina Grande.
De acordo com o Boletim, o Diagrama de Controle do Estado a partir da
semana epidemiológica 13 manifesta de forma positiva uma curvatura
abaixo do limite superior, revelando que a ocorrência dos casos está
dentro de um quantitativo não epidêmico.
“Como estamos passando por um período considerado crítico e favorável
à proliferação do vetor este resultado não deve interferir na vigilância
e na intensificação das ações de controle vetorial. O chamamento da
população como ator co-responsável no processo deve persistir sem
interrupção”, frisou a gerente de vigilância em saúde da SES, Júlia
Vaz.
As cidades que estão com os maiores percentuais de ocorrência dos
casos de dengue com complicação (DCC) são: Santana de Mangueira com
14,3% dos casos notificados, Pirpirituba com 12,5 %, Bonito de Santa Fé
e Carrapateira, ambos, com 4,2 % dos casos.
Com relação à febre hemorrágica da dengue (FHD), o maior percentual
sobre os casos notificados estão nos municípios de Diamante e Mulungu,
com 25 % dos casos notificados e Mogeiro com 11,1 %.
Recomendação – A Secretaria de Estado da Saúde (SES) está
recomendando intensificar as ações de controle vetorial e de educação
da população dos municípios de Diamante, Mulungu, Mogeiro, Santana de
Mangueira e Santa Inês que pertencem à sétima gerência regional de
saúde.
“Vamos realizar a busca ativa retrospectiva de casos que por ventura
passaram despercebidos para avaliar a real situação epidemiológica
destes municípios e realizar ação de mobilização da população, de
forma articulada com a Secretaria de Estado da Saúde, Defesa Civil do
Estado e Secretarias Municipais de Saúde”, disse a gerente de vigilância
em saúde da SES, Júlia Vaz.
Secom-PB