Vídeo mostra precariedades no Hospital Edson Ramalho em João Pessoa


O caos administrativo no Hospital Edson Ramalho é motivo de constantes reclamações de quem procura um atendimento de saúde, e também de funcionários. Um Hospital que há alguns anos era referência, hoje passa por seus piores momentos.


Um vídeo postado no dia 18 de janeiro nas redes sociais mostra pacientes, inclusive idosos, dormindo em cadeiras e nos corredores durante a madrugada no Hospital General Edson Ramalho, em João Pessoa.


Além dos pacientes, acompanhantes também dormem em cadeiras. No vídeo, também é possível notar sangue espalhado pelo chão de uma ala do hospital onde pessoas dormem.


“Olha aí pessoal, 3h30, olhem a situação do Hospital Edson Ramalho. Os pacientes idosos todos dormindo nos corredores em cadeiras”, diz a pessoa que gravou o vídeo.


Em comentários da postagem, internautas também confirmam que passaram por problemas na unidade.

Além da reclamação dos pacientes, funcionários também relatam a falta de experiência administrativa no setor de saúde. “Antes eram só oficiais da saúde que ocupavam cargo de direção, agora oficiais da tropa assumem esses cargos sem o devido conhecimento e o hospital realmente não funciona como deveria”, disse um funcionário.



As mensagens nas redes sociais sobre o Edson Ramalho foram as seguintes:


“Fiquei com minha mãe lá sofrendo e eles nem aí. Estava com obstrução intestinal e ninguém fez o diagnóstico certo. Foi liberada e com poucos dias faleceu”.


“Estive lá com minha avó, um verdadeiro chiqueiro. Tudo sujo, um mau cheiro de fezes e urina nos corredores e enfermarias. Idosos por todo lado nas cadeiras”.


“Quem trabalha lá não tem culpa. Está faltando tudo. Levei minha mãe lá, foi muito bem atendida, mas que pena não ter nenhum responsável”.


“Sei bem o que é isso. Minha mãe estava muito mal e teve que ficar em uma maca pelos corredores sofrendo muitas dores e nada de médicos”.


“Fiquei dois dias aí em uma cadeira e presenciei vários idosos nas cadeiras e o ambiente muito sujo também”.

“Minha irmã chegou nesse hospital de 8h e ficou até 14h, não foi tendida. Quando fui descobrir tinha gente da noite anterior para ser atendido ainda”.


O hospital é de responsabilidade da Polícia Militar.




Fonte: Portal Correio

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