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Diocese de Cajazeiras estabelece orientações para a celebração da Quarta-Feira de Cinzas



O Bispo Diocesano de Cajazeiras, Dom Francisco de Sales, emitiu as orientações para a celebração da Quarta-Feira de Cinzas desse ano.


O documento assume para a Diocese de Cajazeiras as indicações já emanadas pela Congregação Para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. Segundo as orientações, as Paróquias e Comunidades deverão multiplicar o número de missas, possibilitando maior participação dos fiéis, todavia respeitando a capacidade de ocupação das igrejas já estabelecida na Diocese. Antes do início das celebrações, o sacerdote ou alguma outra pessoa devidamente esclarecida, deverá explicar e orientar os fiéis sobre a mudança no Rito de Imposição das Cinzas desse ano. Após a benção das cinzas, a fórmula de imposição será proclamada uma única vez, podendo o celebrante unir as duas fórmulas presentes no Missal Romano – “Lembrai-vos que sois pó e ao pó retornarás” e “Convertei-vos e crede no Evangelho” – em uma só proclamação. Para garantir o mínimo de contato físico entre o celebrante e os participantes, as cinzas não serão aplicadas na fronte, como de costume, “mas colocadas silenciosamente sobre a cabeça de cada fiel que, em seguida, recolhe-se em oração”, determina o documento. Não será permitida a distribuição de cinzas para que os fiéis levem para suas residências, evitando qualquer risco de contaminação pelo novo coronavírus. Já com as cinzas abençoadas pelo sacerdote, os Ministros poderão celebrar o rito de imposição das cinzas na Celebração da Palavra nas comunidades, respeitando todas orientações litúrgicas prescritas pela Diocese. Dom Francisco de Sales destaca que, “[…]em razão do contexto de grande instabilidade no qual ainda estamos vivendo por conta da pandemia, realidade que demanda de todos um compromisso responsável de cuidado com a vida, não é permitido nem ao Sacerdote, nem aos fiéis modificar as normas contidas nestas orientações referentes ao Rito de Imposição das Cinzas.” O bispo encerra as orientações pedindo que “a experiência de nossa humana fragilidade, intensamente vivida neste tempo e simbolizada de forma eloquente pelas cinzas da Quarta-Feira que abre o nosso percurso quaresmal, seja ocasião para celebrarmos de forma digna este momento privilegiado de graça em nossas comunidades, colocando em evidência a dimensão eclesial do caminho de conversão que estamos por iniciar.”

Pascom Diocesana


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